Trabalhadores libertados consumiam água infestada de rãs
Bianca Pyl
Em uma fiscalização de rotina, a Superintendência Regional do Traballho e Emprego do Maranhão (SRTE/MA) libertou cinco pessoas que trabalhavam em condições análogas a de escravos. Os trabalhadores estavam há três meses sem receber salários e se alimentavam somente de arroz misturado com folhas de “vinagreira”, pimenta e limão. A água consumida era infestada de rãs. A fiscalização ocorreu justamente no dia 13 de maio, quando se comemora a assinatura da Abolição da Escravatura no Brasil.
Os trabalhadores prestavam serviços na Fazenda Maria de Jesus, que pertence a Lidenor de Freitas Façanha Junior. A propriedade fica no município de Governador Archer (MA) e está direcionada à criação de gado de corte. Em depoimento aos fiscais, os empregados declararam que tinham dividas com pequenos quitandeiros do povoado, onde eram comprados produtos de higiene pessoal e alimentação, com autorização do “gato” (intermediário na contratação da mão-de-obra). O salário pago pelo empregador não passava de R$ 120, abaixo, portanto, do mínimo nacional (R$ 510).
Os trabalhadores foram aliciados por um “gato” no município de Capinzal do Norte (MA). Alguns tinham origem na própria Governador Archer. ”O empreiteiro é conhecido na região pelo nome Irmão Benedito. Ele contrata empregados para uma fazenda chamada Veneza, que fica próxima ao estabelecimento fiscalizado”, relatou Carlos Henrique da Silveira Oliveira, auditor e coordenador do Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo da SRTE/MA.
O fazendeiro não assinou a Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CPTS) dos trabalhadores. Além disso, não fornecia nenhum Equipamento de Proteção Individual (EPI) aos empregados. Um grupo de quatro trabalhadores era responsável pela limpeza de uma área para formação de pasto (roço de juquira) e a esposa de uma das vítimas era a cozinheira dos empregados. O casal morava em uma casa de taipa, localizada ao lado do alojamento dos demais trabalhadores.
O abrigo oferecido pelo empregador ao grupo era um pequeno casebre, com teto de palha de babaçu. ”O local se encontrava em precárias condições de habitação e higiene”, classificou Oliveira. O casebre não possuía qualquer instalação sanitária e os empregados eram obrigados a beber e utilizar água retirada de uma cacimba (pequeno poço) infestada de rãs.
Na fazenda, os fiscais encontraram ainda um adolescente de 17 anos que exercia a função de vaqueiro. O proprietário negou que o jovem fosse empregado da fazenda. Os auditores não resgataram o adolescente porque ele não estava alojado no local. Assim, ele foi apenas afastado do trabalho. A frente de trabalho ficava em lugar de difícil acesso, a três quilômetros de distância do barraco onde estavam alojados os trabalhadores. O deslocamento até a área do roço de juquira era feito a pé, por dentro do matagal, todos os dias.
Após a fiscalização, os empregados receberam os valores referentes a rescisão do contrato de trabalho. Terão direito, ainda, a três parcelas do Seguro Desemprego para Trabalhador Resgatado. ”Os empregados foram alertados para evitarem, de todas as maneiras, a contratação de serviços por intermediários, os denominados ´gatos´. Todos foram orientados também a denunciarem de imediato ao órgão competente qualquer tentativa de aliciamento para atividade laboral em situação lastimável, idêntica a que foram encontrados”, explica o coordenador da fiscalização.
http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=358903
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ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL, SEM FINS LUCRATIVOS, FILANTRÓPICA E TOTALMENTE VOLTADA PARA A PRÁTICA DE OBRAS ASSISTENCIAIS DE SOCORRO AOS MENOS FAVORECIDOS, SEM QUALQUER TIPO DE DISCRIMINAÇÃO OU PRECONCEITO.
domingo, 27 de junho de 2010
Venezuela: Yanomamis mueren por enfermedades y asesinatos de garimpeiros
Venezuela: Yanomamis mueren por enfermedades y asesinatos de garimpeiros
Servindi – Impactantes imágenes sobre la penosa situación de indígenas Yanomamis, en el Alto Orinoco, en la amazonía de Venezuela son difundidas por el sitio web de Magicaradio.
Servindi – Impactantes imágenes sobre la penosa situación de indígenas Yanomamis, en el Alto Orinoco, en la amazonía de Venezuela son difundidas por el sitio web de Magicaradio.
El medio comunitario denuncia la situación extrema que atraviesan los Yanomamis a causa de la contaminación, las enfermedades y los asesinatos de los garimpeiros o buscadores de oro. “No solo los esclavizan sino que también los violan, maltraran y asesinan” afirma.
Un
reporte elaborado por Jaime E. Mora, de la Fundación Comunitaria en Amazonas Mágica señala: “Nuestros indígenas están siendo asesinados por extranjeros que roban en nuestra tierra venezolana”.
“Es hora de tomar conciencia real de lo que está sucediendo en el Amazonas Venezolano y divulguemos toda ésta información” indica.
“Ante la mirada indiferente de muchos o el desconocimiento general de la población, en el Alto Orinoco del Amazonas venezolano nuestros indígenas Yanomami continúa.
“Parte de estos casos se presentan en Momoi -en la Sierra Parima B – Municipio Alto Orinoco- dónde los Garimpeiros roban sus mujeres, las violan entre varios hombres y las embarazan” prosigue.
“Los Yanomamis hasta ahora han matado a uno o dos garimpeiros en defensa propia (…) “Después de esto los garimpeiros envenenaron unúnico río que les surte de agua a éstas comunidades indígenas, enterrando también veneno en la tierra que produce un olor a plástico quemado y provoca la muerte” se reseña.
“En este momento son pocas las personas e instituciones que han hecho algo por la salud de nuestros indígenas como el Ministerio del P.P. para Salud, Sacaicet, la Fuerza Armada, el Batallón 51, las enfermeras del DRS Amazonas.
Pero de verdad necesitamos que cada día se sumen más personas, mas organizaciones para brindar ayuda de todo tipo señala la información.
“Las autoridades militares también deben sentar precedentes en contra de estos garimpeiros y de todo aquel que atente contra la vida, cultura y tradiciones de nuestros pueblos originarios, hay que actuar de manera contundente” afirma.
Magicaradio hace un llamado a la sociedad para sumarse en defensa del pueblo Yanomami. “Hoy somos nosotros desde Mágica FM Comunitaria quienes elevamos éste grito de ayuda, quienes vociferamos lo que está sucediendo al pueblo Yanomami” señalan.
“Esperamos que mas tarde y mañana sean todos ustedes amigos lectores quienes se hagan eco, reenvíen y multipliquen ésta información, ésta denuncia, este grito desesperado para que abran los ojos y miren al sur de Venezuela, para que miren allí dónde sólo en helicóptero se puede llegar” culmina la nota informativa.
El equipo de salud que diagnosticó sobre la situación de los afectados estuvo integrado por Andrés Blanco, Enfermero Líder Comunitario-Parima B; Manuel Pérez, Microscopista de Malaria-Parima B; Johanna Goncalves, Médica-PSY-Parima B y Pablo Sepúlveda, Médico-Batallón 51-Parima B.
Asimismo, Dayri Chávez, Enfermera-DRS Amazonas; José Cortés, Técnico de Laboratorio-PNEO FOCO SUR SACAICET; Marisela Escalona, Médica-PNEO FS-SACAICET y Zeljko Jokic, Antropólogo-PNEO FS-SACAICET.
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Fuente: Magicaradio
http://www.servindi.org/actualidad/27557?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+Servindi+(Servicio+de+Informaci%C3%B3n+Indigena)
TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS:
Venezuela: Yanomami morreram de doenças e assassinato de garimpeiros
Servindi - imagens chocantes da situação dos índios ianomâmis no Alto Orinoco, o Amazonas da Venezuela são libertados pelo site Magicaradio.
A média da UE denunciou a situação extrema que cruzam os Yanomami por causa da poluição, doenças e assassinato de garimpeiros e mineradores de ouro. "Não só escravizados, mas também o estupro, assassinato e miserável", diz ele.
Um relatório preparado por James E. Mora, Fundação Comunitária do Amazonas Magic diz: "Nossos índios estão sendo mortos por alienígenas que roubam nossa terra na Venezuela".
"É tempo para a consciência real do que está acontecendo na Amazônia venezuelana e divulgar todas as informações", indica.
"Dado o olhar indiferente de muitos ignorância, ou em geral da população no Alto Orinoco Amazônia venezuelana continua nossos indígenas Yanomami.
"Alguns desses casos ocorrem na Serra Parima Momoi-B - Alto Orinoco Município, onde os garimpeiros roubar suas mulheres, vários homens são estupradas e engravidam", continua.
"Os Yanomami já mataram garimpeiros em um ou dois auto-defesa (...)" Depois desta garimpeiros Unun rio envenenado seu abastecimento de água para essas comunidades indígenas, também foram sepultados na terra do veneno que produz um cheiro de plástico queimado e provoca a morte "de revisão.
"No momento em que poucas pessoas e instituições que têm feito alguma coisa para a nossa saúde indígena, como o Ministério do PP da Saúde, Sacaicet, as Forças Armadas, 51 º Batalhão, enfermeiras DRS Amazônia.
Mas nós realmente precisamos que as pessoas cada vez mais participar, mas as organizações de ajuda a fornecer todas relatório disse.
"As autoridades militares têm também um precedente contra os garimpeiros e qualquer um que ameace a vida, a cultura e as tradições dos nossos povos, devemos agir vigorosamente", diz ele.
Magicaradio chama a sociedade para participar da defesa do povo Yanomami. "Hoje, a partir de Magic FM Comunitária que levantou este grito de socorro, que gritou que está acontecendo com o povo Yanomami", dizem.
"Esperamos que, mais tarde e amanhã estão todos vocês, queridos leitores, que vão ecoar, e multiplicar transmitiu essa informação, denúncia que este apelo desesperado para abrir os olhos e olhe para o sul para a Venezuela para olhar lá onde só helicóptero pode alcançar "a nota termina.
A equipe de saúde que diagnosticou a situação das pessoas atingidas foi composta por Andrew White, líder comunitário da enfermeira-Parima B, Manuel Perez, microscópico da malária Parima B; Johanna Gonçalves, Médico-PSY-Parima B e Pablo Sepúlveda, Medicina Batalhão 51-Parima B.
Além disso, Chávez Dayri, Amazonas Enfermeira-DRS, José Cortes, FOCUS Técnico de Laboratório SUR-PNEO SACAICET; Marisela Escalona, Médico-FS-SACAICET PNEO e Zeljko Jokic, antropólogo-FS-SACAICET PNEO.
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Fonte Magicaradio
http://www.servindi.org/actualidad/27557?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+Servindi+(Servicio+de+Informaci%C3%B3n+Indigena)
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