ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL, SEM FINS LUCRATIVOS, FILANTRÓPICA E TOTALMENTE VOLTADA PARA A PRÁTICA DE OBRAS ASSISTENCIAIS DE SOCORRO AOS MENOS FAVORECIDOS, SEM QUALQUER TIPO DE DISCRIMINAÇÃO OU PRECONCEITO.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
FÉ VITORIOSA
Fui praticante de umbanda, candomblé e magia negra por vários anos.
Não era um frequentador mas um "filho de santo" que pelos conhecimentos e experiências era procurado por minha"vó de santo" para fazer "trabalhos" para ela...
Tem gente que tem mais respeito às coisas do diabo que às de DEUS!
Gastam cifras respeitáveis com "despachos, ebós, oferendas etc", se sujeitam a ficar vários dias trancadas em quartos mal iluminados cercados de comidas e animais mortos apodrecendo com bichos passeando pelo ambiente e o cheiro de podridão se espalhando... bebem bebidas feitas de plantas com sangue de animais...
A lista de sacrifícios nojentos aos demônios é imensa MAS mesmo assim essas pessoas fazem alegremente estas "obrigações" que nada mais são do que ofertas ao diabo.
Quando falamos das bênçãos de DEUS pelas nossas ofertas, dízimos, sacrifícios, holocaustos e votos simplesmente não tem fé para se lançar...
Ao falarmos da fundamental necessidade de uma vida diária de orações e leitura da BÍBLIA não se esforçam...
Querem uma fórmula barata, um fast food espiritual onde pagam, escolhem o produto e está tudo feito.
Esses fast food espirituais já existem por aí.. várias igrejas estão vendendo tijolinho ungido, sal ungido, lenço ungido, beijos nos pés etc. Tudo isso é obra do diabo.
Não venha comparar praticar as chaves das bênçãos especiais contidas na BÍBLIA com esta corja de ladrões travestidos (as) de pastores (as) e profetas de DEUS!
Você quer ser abençoado (a)? Trate de se esforçar e fazer a sua parte pois, como já dizia Albert Einstein: a maior prova de insanidade é querer resultados diferentes fazendo tudo como sempre fez.
A chave para continuar derrotado (a) é simples: fique tranquilo, não faça nada, não tome nenhuma atitude.
Mas para mudar a sua realidade não tem outra forma senão ATITUDES!
sábado, 9 de abril de 2016
Paradoxo da inesperabilidade
Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de tristeza e familiarizado com o sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima. Isaías 53:2, 3
O orgulho, às vezes, tem que tirar o chapéu para a humildade, o ceticismo é obrigado a se curvar diante do incrível, a rotina é surpreendida pelo imprevisível. “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”, disse o humorista Barão de Itararé. Contudo, de onde menos se espera pode vir o inesperado. É delicioso quando alguém por quem não se dá nada vira a expectativa ao avesso. Afinal, por que a altura, a força, a aparência, a riqueza e o poder têm que ganhar sempre?
O “paradoxo da inesperabilidade” ocorre quando o menino magricela que está no banco de reserva entra em campo, sai driblando todo mundo, dá um chapéu no zagueiro grandalhão e completa a jogada com um gol de placa. Ou mesmo quando alguém como o desconhecido Paul Potts, dente quebrado, canta uma ária num programa de TV, mostra um timbre de voz excepcional, surpreende o júri e vence a competição.
Porém, acima de qualquer fato inesperado está a figura do Messias sofredor. Sendo singular, veio como alguém comum; sendo rico, veio como pobre; sendo rei, veio como servo. Filho de Deus em forma humana, ele não apareceu com o perfil de um líder imponente, um magnata endinheirado, um modelo de beleza. Não usou nenhum esplendor espetaculoso para capturar nossa admiração. Sua grandeza estava oculta aos olhares superficiais. A elite judaica o desprezou, o que significa que a sociedade influente não viu mérito nele. As pessoas preferiam não notá-lo, como se fosse ninguém. Solitário, incompreendido, usando métodos não ortodoxos, ele fugiu ao roteiro idealizado para o Messias. Quem poderia imaginar que ele seria assim?
No entanto, esse personagem rejeitado trouxe luz com um brilho inigualável para um planeta em trevas, mostrou amor em uma magnitude desconhecida num mundo sem graça, revelou o valor inestimável de pessoas sem importância. O homem que morreu como se fosse indefeso era o mais poderoso de todos. O guerreiro ferido na maior de todas as batalhas estava ali para oferecer a vitória aos derrotados. Inesperadamente, o Messias era Deus entre os homens, e não tínhamos percebido.
Ao contemplar essa figura de Isaías 53, deixe o “paradoxo da inesperabilidade” se manifestar diante de você. Em vez de desviar o rosto e rejeitar Jesus, olhe para ele. Você será surpreendido pelo inesperado.
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